Nino

terça-feira, 14 de junho de 2016

Eu queria te saber aqui

e poder dizer que  a violência
não te arrastou de nós!
Mas os nós da adversidade
não se desamarram assim.
Vou ter que ficar com o teu
sorriso desenhado na lembrança
como herança do que passou.
E o terrorismo que te roubou

de nós...será desmascarado.
E escravizado. Levaste nosso
abraço? Deixaste um legado
sem fim, que te garante

eternidade entre nós. Esta,
na sabedoria do tempo,
desatará todos os nós.

Medo

sexta-feira, 10 de junho de 2016

As vezes me dá um medo!
De não descobrir o meio
que te faz feliz...
Só isso.
Só disso.

Vida Nova, Eu anuncio

Eu anuncio à minha Bahia,
vida nova.
Novo tempo.
Com Cristo, muito mais
que isso: Vida eterna!
Vem receber,"meu rei"!

EDITE




Brincando de palavras, peguei

 o teu nome e coloquei na mesa.
Dele surgiram palavras que derivei

 nas linhas
E nas entrelinhas!
Editar, ditar, dite, edite.
Verbos e imperativos.
Hiperativos. E o Faria?
As mil e uma possibilidades da esperança. 

 Nas entrelinhas a fibra, a luta, a garra.
 E mais que isso e além disso: a alegria. Única.
 Que te referencia pelo caminho e te traduz o carinho.
 Deixa eu dizer por último, 
 desse orgulho de ter te conhecido.
E o privilégio de fazer parte...
desse teu caminho!"

Terceiro ano A 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Nesta nossa viagem,
encontro ânimo
em seus sorrisos,
suas travessuras e
aventuras, que me faz
voltar no tempo
e ser criança adolescente,
de novo!
Num renovo sem fim
quero dizer brincando
que a vida é divertida.
Se vocês estiverem
no trem desta alegria.
Vamos seguir rumo ao
infinito? A cada passo
é mais bonito viver.
Se junto formos por aí...

Maria Nunes

Carinhosamente Carminha,
Você vai nos encantando
de alegria. E a marca
de Maria...é o mar,
que te provoca o riso,
que também garante
o sorrir infinitamente!
o ar também te insere
no nome, a certeza do
oxigênio que te sustenta.
E eu sustento que a rima
de todas as coisas
também te pertencem.
É só procurar, derivar
do seu nome...

Angústia

Vi a agonia de Luís.
E como Graciliano
pareço estar criando
uma personagem idêntica
nesta minha melancólica
poesia sobre mim mesma.
E quanto mais somo saberes,
menos certezas sobrevivem.
Como então garantir
alegrias?

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