Quem conhece o vazio de uma alma?
É escuro, frio e silencioso
Ausência de calor humano.
Constituido de solidão.
É como viver preso num baú, com horas fixas para sair.
Com o tempo você acostuma. E de repente nem sente mais sua rotina. Ela vira ação automática. A menos que acorde um dia e de repente se dê conta que tem alguém te convidando para entrar num barco em mar aberto.
Ele conduz o barco. E se um dia, quando chegar a tempestade, voce vê-lo adormecido, não tenha medo. É que Ele está em paz. Tem o controle do mar. Todo ele lhe pertence. Ele criou.
Assim como você. E Ele te ama tanto! Deita ao seu lado. Pegue no sono também. E só murmure o amém!
O resto é com Ele...
Anedy Belisario
Vazio da alma
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Humildade
quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Da palavra humildade posso derivar um, da singularidade do ser ou da igualdade da coleção humana.
Derivo mil, para derrotar a solidão, saber que não estou só!
Derivo idade, para lembrar que quanto mais ela passa, mais preciso ser dependente de Deus.
Derivo dá, para entender que a dádiva deve ser sempre maior que receber.
Também derivo de, para apropriar-me da da posse, não para mim mesma, mas para lembrar que o dom, está sempre a serviço.
E derivo há, para traduzir a existência, no sentido de ser: somos nEle. Só nEle.
Porque Ele É!
Anedy Belisario
28/08/2019
Quarto imaginário
Eu precisei entender que conviver com Deus, é algo muito criativo.
Sendo Ele Espírito invisivel, é previsível que eu, humana que sou, crie um monte imaginário, para subir em meu quarto, também imaginário, para o nosso bate-papo.
Encontro e terapia.
Tratamento intensivo: a oração que nos liga, a comunhão de todo dia.
Ah! Que lugar mágico onde extraio força e vida!
Poder para viver o dia.
Um, após outro.
Aleluia!
Anedy Belisario
Folclore
quarta-feira, 21 de agosto de 2019
A essência do folclore é a sabedoria do povo.
Canto. Conto, brincadeiras e crenças. Esperança e medo. Adivinhações. Orações, corações acostumados a um modo de vida comum. Incomum forma de ser
Junto e misturado. Será diferente o profano e o sagrado? Comungado os sentimentos, no canto e no conto, na fé e na descrença, o que se tem é uma cultura, cuja aventura é o pertencimento. Chão, cimento. Conhecimento. Ciência e senso. O comum está na sabedoria.
E isso o povo tem. De sobra!
Dia dos pais
domingo, 11 de agosto de 2019
Alguns até me parabenizam pelo dia dos pais e dizem que sou mãe e pai. Mas eu não sou!
Nem fico feliz com isso!
Mas como tudo coopera para o brm dos que temem e amam a Deus, aprendi
Que ser mãe sozinha, me deu a oportunidade de ter Deus como pai exclusivo de toda a família! Então, este dia é todo dEle! O pai soberano. Honra, Glória e louvor a Ele. Só a Ele! Pois além de fazer o papel dEle, ainda faz o meu!
Paizinho, todos os dias são teus! E mais que isso: todos criados e ofertados por ti mesmo, a nós!
Mas tomo a ousadia, de te ofertar esse, como cheiro suave. Puro nardo. Adoração! Por ter nos adotado. Aceitado cada um. E eu poder dizer como o salvador e senhor da minha vida: Aba, pai!!
Criação
segunda-feira, 15 de julho de 2019
" e foi tarde e manhã o dia primeiro" gen 1.5
Gosto de pensar que Deus
Começa pelo fim!
Assim, posso crer no recomeço da tarde. E nunca tarde!
Posso pensar no criar, em oportunizar...o fim é sempre o ponto para um novo passo. Compasso de vida na vida. Desmedida forma de ser. Essência em Cristo! Compaixão e graça. Ah, a graça! Sempre me deixa calada. É o começar do fim, sabendo bem melhor que o princípio... E a compaixão se deriva dela. Ou da compaixão se deriva a graça? Nem sei. O que importa mesmo é que do fim, se começa de novo. E melhor, até! Esse Deus! Sem Ele Não vivo!
" Nada me separara do seu amor.
Oitenta e quatro anos
Tua idade traduz uma história linda : de sonhos misturados pelas idades, verdades e fantasias, numa harmonia sem fim! Oitenta e quatro anos...é tempo de muitas belezas. Contos, romances, poesias e pinturas. Fotografias, futebol...sem contar , que além da arte tem saúde, avanços na medicina. Até as ruas celebram asfalto. Em oitenta e quatro anos, toda história conhece fatos, fotos, cantos e contos, recontos. Mas o ponto de essência da nossa terra, é ser um povo humilde e abençoado, que reluz a nossa melhor forma de ser! Tanto orgulho ser luzense! Que em oitenta e quatro anos só posso dizer: obrigada! Teu abrigo é minha condição de ser e pertencer. Teu chão me orgulha! Feliz aniversário, terra amada!