Grande decisão

sábado, 28 de julho de 2012

Quero andar contigo,
viver contigo.
Morrer contigo.
E mais a eternidade
contigo, meu Deus!

Mais perto

Haverá forma maior de te
sentir perto do que a de
ter ao meu lado àqueles
que  com amor planejaste
por em meu caminho?
Haverá melhor forma
de tê-lo perto, Senhor,
do que aprender a amar
os que vivem comigo e
são tua imagem e
 semelhança, como eu?

O espelho

Quando passei por diante do espelho,
não vi meu rosto, nem o tempo que
se escorre em minha face!

Vi apenas uns retratos na parede
como se subissem do fundo do
tempo, a mostrar-me um relogio
que marca horas sem parar.

O tempo, meio sem jeito,parecia
parado. É... estava parado...lá
fora, no meio do céu...

Como um pássaro sem asas
nestas minhas lembranças em
busca do passado... Sou eu mesma
no espelho?

A vida é um fio

A vida é um fio
fino fio que à toa
escapa. Que é
preciso tecer,
tecer...com
gentileza...
construindo
redes, malhas,
belas peças
tecidas, pois
vale muito a
vida!
tecer redes e
malhas que
pegam peixes
pois muitas
vezes o fio
escapa por
entre os dedos.
Até perde-se
o tempo como
um farrapo
jogado à toa.
Mas enquanto
é tempo, tecei,
tecei o fio
da vida!

Soneto da idade

Passam-se os segundos
os minutos, as horas
os dias se formam
e constroem os anos...

O tempo passa e a vida
envelhece cansada
pelos muitos desenganos
pelos muitos danos causados

Mesmo assim se descobre
na vida uma eterna
grande aventura

Mesmo se deveras dura
há momentos de candura
mesmo se assusta, é
 eterna aventura!

Sara Calita

Saras e aras a terra do nosso
 coração.
Saras a nossa emoção
de eterno louvor: a alegria
 em Deus,
pelo presente que és para nós.
Como congregação do Senhor
tu ampliarás o nosso culto em
família,e como igreja do senhor...
tu serás para nós, dádiva
eterna e presente que nos veio
pelas mãos milagrosas do eterno
pai. Por tudo isso nós te amamos
e louvamos a Deus.

Não desiste, Senhor!

Por caminhos que hoje andei
refleti na medida que te amei.
Te amei, Senhor?
Se meus passos extremessem
se meus pés perguntam
às mãos, se as mãos indagam
o olhar e este pergunta ao
coração:
por que essa emoção doente,
uma saudade ausente de
um andar mais singular?
E os lábio emitem uma oração,
súplica de uma alma que geme:
Senhor, não desiste de mim.
Quebra-me. Depois me refaz
só para andar em teu louvor.



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