Eu grito, mas ninguém me ouve.
Já houve momentos que pensei:
Até quando?
E nem isso me escutam. E meu
socorro fica mudo.
Escolho meu silêncio. De hoje
em diante...vou tentar me escutar!
Ana, dentro do nome que te evoca,
é a mulher que te reside
te constroi e te faz
tal qual uma menina levada
cuja felicidade achou melhor
traduzir em alegria. E agora,
tens Emanuel... filho com o nome
do quE sempre está.
... Eu te leio então, completa!
Que te falta senão amar...amar
sempre e mais? Te amo,
baixinha ousada!